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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

6º A Arte da Guerra - Entrega de Prémios

Ricardo Amaral, com o pianista/xadrezista
Fernando Azevedo ao fundo
Realizou-se hoje, no Museu Municipal Abade Pedrosa, a entrega de prémios do "6º A Arte da Guerra". Com o anfiteatro de 72 lugares praticamente cheio, foi uma cerimónia bem agradável que ainda conteve um momento de surpresa para a maioria dos participantes. Estou-me a referir ao momento musical proporcionado por Fernando Azevedo, também participante neste torneio, que durante aproximadamente 10 minutos esteve encarregado de tocar piano. Antes, Ricardo Amaral proferiu as habituais palavras (vídeo - parte 1) antes da entrega dos prémios. Seguiu-se o tal momento musical de Fernando Azevedo (vídeo - parte 2), e depois a entrega dos prémios (vídeo - parte 3, parte 4), com a novidade da entrega de prémios para os vencedores de cada escalão, dos sub-10 aos sub-18. Para finalizar, a Vereadora da Câmara de Santo Tirso, a Dra. Júlia Godinho, encerrou a cerimónia com mais algumas palavras.

Esta acabou por ser a minha primeira vitória num torneio de "lentas", depois de dois segundos lugares consecutivos neste mesmo torneio, nas 4ª e 5ª edições. Por isso, fiquei bastante satisfeito na hora de receber o troféu. Também importante será a minha presença, mais uma vez, na Final do Distrital Individual do Porto 2011, onde serei acompanhado de Francisco Assunção, 2º classificado nesta Preliminar A. Infelizmente para o 3º classificado, este ano este não terá direito a presença na Final Distrital (se não se qualificar em mais nenhuma), devido a faltas de comparência de 3 jogadores.

Seguem-se aqui alguns vídeos da cerimónia e as classificações gerais tal como de cada escalão. Até para o ano!

O pódio
Classificação Final:

1º: Hugo Soares (AC Alfenense)
2º: Francisco Assunção (AC Alfenense)
3º: Hugo Moreira (NX Santo Tirso)

1º Sub-10: Hugo Abreu (Pontex)
1º Sub-12: Júlio Silva (Pontex)
1º Sub-14: Nelson Coelho (Pontex)
1º Sub-16: André Costa (Pontex)
1º Sub-18: Jorge Dias (NX Santo Tirso)










sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 7ª ronda (Última)

Mesa 1. Hugo Soares [1537] 1-0 Jorge Dias [1384]






À terceira ronda, quando cheguei pela primeira vez à 1ª mesa, em tom de brincadeira disse a Francisco Assunção que depois de lá chegar, já não saía mais de lá. De facto, mantive-me nessa mesa até esta última jornada, onde defrontava Jorge Dias, do clube da casa. Empatado pontualmente com Francisco, necessitava de uma vitória para garantir também a vitória neste torneio, visto que nos critérios de desempate ficaria provavelmente na frente. Assim, e embora não previsse que este seria um jogo muito complicado, estava algo nervoso no início da partida.

Logo ao primeiro lance da partida, Jorge "surpreendeu" ao desviar-se do jogo da última jornada  frente a Francisco (1. d4 Cf6), e jogou 1... d5. Ainda me senti mais à vontade depois de ver o meu adversário a usar a Defesa de Marshall , e ao lance 9, a estrutura dos peões das Brancas era igual à estrutura típica da defesa Grunfeld, mas como as peças das pretas não estavam nas posições desta defesa, a minha vantagem nesta altura era de +1.00. O jogo ia-se resolver alguns lances depois, quando ao lance 14 já estava a ganhar por um Bispo e um Cavalo, com o meu adversário a ter um peão como compensação. A partir daí a partida foi-se desenrolando naturalmente até que o mate apareceu ao lance 29. Antes, com 28. d5 já tinha mate em 9, mas o meu adversário não quis perder tempo e ofereceu-me mate na jogada seguinte, provavelmente para ir ver o Benfica. Numa análise no ChessMaster XI, tenho 0% de erros.

Com esta vitória, sagraria-me em princípio vencedor do torneio. Ainda assim, na mesa ao lado, um erro de cálculo de Francisco (numa noite desinspirada) custou-lhe a partida o que fez com que já não precisasse de fazer contas nenhumas. Era oficialmente o vencedor da 6ª edição deste torneio, depois de dois segundos lugares consecutivos (ambos com 5.5/7), após um torneio quase perfeito, apenas com um empate cedido frente a Francisco. A derrota de Francisco acabou por não influenciar a sua posição, entrando na 7ª ronda em segundo lugar e terminando nessa mesma posição, após a vitória na 5ª edição deste torneio. Surpreendente foi o 3º lugar de Hugo Moreira, com a vitória sobre Francisco nesta jornada, e ultrapassando J.Cachorreiro no desempate. A  entrega dos prémios será na próxima quinta-feira, e aqui colocarei depois as fotografias.

Ao fundo: José Cachorreiro - Rui Ferreira; Ao meio: Francisco Assunção - Hugo Moreira; Em primeiro plano: Jorge Dias - Hugo Soares (altura em que me preparava para ganhar duas peças)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 6ª ronda (Penúltima)

Mesa 1. José Cachorreiro [1684] 0-1 Hugo Soares [1537] 



E à terceira foi de vez! Esta é a frase ideal para começar a notícia acerca da 6ª e penúltima jornada da Preliminar A do Distrital Individual do Porto. Nesta jornada, uma vitória bastava para obter um lugar garantido na Final do Distrital, mas o jogo não se adivinhava fácil pois era frente ao nº1 do ranking inicial, José Cachorreiro. Esta era a terceira vez que nos encontrávamos neste torneio, depois de na 4ª edição eu ter perdido e na 5ª edição termos empatado. O único registo de vitória para o meu lado aconteceu no Distrital de Rápidas por Equipas da época passada. Assim, precisei de preparar algo novo para este jogo, e com uma ideia do homem das aberturas, o meu colega Francisco Assunção, decidi experimentar a Caro-Kann, sabendo de ante-mão que Cachorreiro já havia perdido neste torneio frente à mesma defesa, contra Carlos Ribeiro.

O jogo iniciou-se com a variante do avanço, da defesa caro-kann, variante onde tinha incidido mais o meu estudo prévio. Nesta defesa, as Pretas ficam com uma estrutura de peões bastante sólida e normalmente vantajosa nos finais e as peças vão sendo desenvolvidas sem grandes riscos. Segundo o ChessMaster XI, eu acabei por sair do livro ao lance 6 com Cd7, quando Da5+ estaria dentro da teoria. No entanto este lance de  Cavalo possibilitava-me romper o centro com c5, defendendo ao mesmo tempo eventuais xeques tal como Db5+. O jogo prosseguiu calmamente, com algumas trocas para cada lado. Ao lance 21 o jogo parecia tornar-se mais intenso com ambas Torres de cada cor nas linhas opostas das colunas d e c, as Pretas com um bom Cavalo em d5 e as Brancas com dois Cavalos centrais em d4 e c4, apontados a várias casas. No entanto, tentava ainda arranjar um bom plano quando as Brancas fazem 25.Cd4 . Tomei de imediato o Cavalo, com ideia de depois jogar b5 e ganhar o Cavalo (ou a Torre), mas só depois vi que 28. Tcd1 defendia tudo e acabava por não ganhar nada, mantendo-se o jogo empatado como estava até ai. Mas o facto é que o meu adversário não viu esta linha e eu aproveitei ganhando o Cavalo. A partir daí as Torres foram trocadas e o resto do jogo é história. Uma pequena nota para um lance caricato que esteve perto de acontecer ao lance 38 quando peguei no Cavalo e ia preparar-me para largá-lo em e7 vendo imediatamente f6+ e acabei por jogar Cd8. Se este lance tivesse sido jogado, e perdesse um Cavalo por peão, a verdade é que curiosamente a minha vantagem ia para +9.00. Ainda segundo o ChessMaster XI, 38... Cd8 foi apenas o segundo lance na partida toda em que não concordou comigo, preferindo h5.

Com esta vitória acabei por garantir a qualificação para a final do Distrital, e ainda com uma jornada a faltar. Quem também garantiu este feito foi Francisco, vencendo a sua partida. A disputa entre o 1º e o 2º lugar ficará marcada para a última ronda, onde eventualmente tudo se poderá decidir no desempate. Nesta ronda, irei defrontar Jorge Dias, de Brancas. 

Após dois segundos lugares consecutivos neste torneio, será que desta também à 3ª será de vez? Para isto e muito mais, não percam o próximo episódio, porque nós também não! :P

Entretanto, no próximo sábado volta a Taça AXP, com a 3ª ronda e um excitante jogo GXP I - AC Alfenense I. Será uma partida difícil para os visitantes, no entanto tudo daremos para conseguirmos algum ponto.

PS. Será mais um reencontro neste torneio, depois de ter defrontado Jorge Dias no "4º A Arte da Guerra", aí de pretas e com um empate como resultado final.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 5ª ronda

Mesa 1. Hugo Soares [1537] 1-0 Fernando Azevedo [1571]



Na 5ª ronda, e como já tem acontecido desde a 3ª, voltei a sentar-me na primeira mesa. Aí, defrontei o meu adversário mais cotado até ao momento, o nº2 do ranking inicial, Fernando Azevedo (note-se que eu sou o nº3 do ranking inicial). Esta era uma partida importante na medida que defrontava um adversário directo na luta por um lugar na Final do Distrital Individual.

O meu adversário iniciou a partida usando a defesa Semi-Eslava, onde as Brancas têm uma ligeira vantagem após a abertura, mas esta vantagem aumentou logo ao 11º lance, com a oferta de um peão das Pretas. Eu fiquei, no entanto, com dois peões dobrados. Ao lance 20, a minha vantagem volta a aumentar, não materialmente, mas posicionalmente com um Cavalo muito bem colocado. Nesta altura falhei uma táctica em que um belo sacrifício de Cavalo faria com que trocasse Bispo por Torre. Neste jogo nunca deixei de ter vantagem, no entanto esta passou por momentos melhores e outros menos bons. Por volta do lance 30, o meu adversário poderia ter equalizado as contas com 31...Cxe4 32. Bxe4 Txc4 mas optou por oferecer a troca de uma das Torres. Após umas trocas, as Pretas recuperaram um peão, mantendo eu ainda assim um peão de vantagem. Um dos grandes problemas do meu adversário foi o tempo, pois ao lance 40 o tempo disponível já era perto de 15 minutos. Assim, o meu adversário optou por simplificar a partida e trocar as Damas e Torre, trocas que me fortaleceram. A partir desta altura, foi apenas aplicar um bom desempenho em finais e aproveitar os erros do adversário para vencer a partida. A partida acabou ao lance 58, após 3h de jogo.

Com esta vitória, continuo o meu bom registo neste torneio com 4 vitórias e 1 empate em 5 partidas, e aproveitei também para ganhar mais 13 pontos de Elo Fide. O meu colega Francisco Assunção também venceu a sua partida e mantém-se na frente do torneio empatado comigo (eu venço para já no critério de desempate). Atrás de nós surgem dois jogadores do NXST, que são José Cachorreiro e Jorge Dias, ambos com 4 pontos. Na 6ª e penúltima ronda, os jogos das primeiras duas mesas deverão ser J.Cachorreiro - H.Soares e F.Assunção - J. Dias, o que em caso de vitória dos jogadores do AC Alfenense poderá já garantir o apuramento de ambos para a Final.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 4ª ronda

Mesa 1. Francisco Assunção [1505] 1/2 - 1/2 Hugo Soares [1537]




E passadas quatro rondas, já não existem jogadores apenas com vitórias. Os únicos com a possibilidade de manterem um registo apenas de vitórias era eu e o meu colega Francisco Assunção, tendo-nos defrontado nesta ronda. Com 1 ponto de vantagem dos mais directos perseguidores a pressão neste jogo não era muita e as peças foram sendo trocadas naturalmente, sem nunca ter havido vantagem para qualquer um dos lados. Eventualmente, e num final de peões + Cavalo o empate acabou por ter sido acertado numa altura em que as brancas tinham jogado f4 e havia uma ligeira vantagem (+0.15 pelo Rybka 2.2n2) para as pretas, mas onde se um dos jogadores tentasse a vitória poderia arriscar-se a perder.

Com este empate, o "grupo perseguidor" aproximou-se dos dois da frente e agora a vantagem é de apenas meio ponto. No entanto, o anterior grupo de 9 jogadores com 2 pontos, reduziu-se agora a apenas 5 jogadores com 3 pontos conquistados, sendo previsível que os 3 apurados para a Final já estejam nestes 7 primeiros. 


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 3ª Ronda

Mesa 1. Hugo Soares [1537] 1 -0 André Martins [1331]



Nova jornada da Preliminar A do Distrital Individual do Porto e nova vitória para mim, a terceira consecutiva. Mas mais uma vez, não tive a vida facilitada, num jogo que durou 2h30 e teve 73 lances.

A partida começou tal como eu tinha previsto, ou seja, com 1. d4 d5 2. c4 Cf6 3. PxP mas aqui o meu adversário optou por tomar o peão de Dama para depois voltar à casa de partida com 4. Cc3. O jogo entrou rapidamente numa sequência de trocas em que a minha ligeira vantagem desvaneceu-se, até conseguir trocar as Torres e ficar com um bom centro de peões, ainda assim, a meu ver, o meu adversário tinha uma estrutura de peões melhor que a minha. O jogo entrou num final em que eu só pensava na vitória, observando na mesa ao lado o grande jogo da jornada entre Carlos Ribeiro e Francisco Assunção. Francisco tomava a dianteira do jogo, e eu tinha que "espremer" ao máximo a partida para tentar obter a vitória.

O que eu não vi foi que após 47...a5? as brancas têm um final ganho pois as pretas só podem movimentar o Rei, ou arriscarem-se a oferecer peões. Assim, a troca de peões no centro seria benéfica para mim pois ganharia o peão de f5 (os as pretas ofereciam o peão de b6). Como não vi esta sequência de movimentos tentei literalmente dar a volta ao tabuleiro.  Do lance 49 ao 56 o meu Rei teve o seguinte percurso: d4-e3-f3-g3-h4-h5-g5-f6! tudo isto para quando chegasse a f6 tivesse o Rei adversário em d6. O meu plano concretizou-se e consegui promover para Dama, ao passo que o meu adversário também conseguiu e com a vantagem do xeque. Eu consegui "esconder-me e a única forma das pretas tentarem agarrar o jogo era com 61...Qxc4 mas optaram por 61...Qf5 e passados uns lances consegui a vitória.

Foi então, a terceira vitória consecutiva, que me deixa na liderança do torneio agora apenas com a companhia do meu colega Francisco Assunção. Ambos com 3 pontos, levemos uma vantagem já de 1 ponto para o grupo de perseguidores com 2 pontos composto por José Cachorreiro, Carlos Alberto, André Martins, Jorge Dias, Luís Dias, Hugo Moreira, Fernando Azevedo, André Costa e Rui Miranda. Assim, na próxima jornada será certo o nosso encontro, que se irá repetir tal como na última edição deste torneio, mas desta vez com as cores invertidas. 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 2ª ronda

Mesa 2. Hugo Moreira [1523] 0-1 Hugo Soares [1537]



Em mais uma reedição de uma partida dos últimos dois anos (defrontei Hugo Moreira na 1ª jornada do 4º A Arte da Guerra e na última jornada do 5º A Arte da Guerra), voltei a vencer Hugo Moreira e pela 3ª vez consecutiva de pretas.

Num jogo bastante renhido, foi o final que foi decisivo e onde após ter tido muita calma e ter "sofrido" 15 xeques consecutivos (!) consegui passar ao ataque e 7 lances após isso as brancas desistiram. Uma análise mais alargada ficará para mais tarde.

Com esta vitória, sigo neste momento no grupo dos primeiros (os 1º e 2º do ranking já perderam) com 2 vitórias em dois jogos, acompanhado pelo meu colega Francisco Assunção, os jogadores do Santo Tirso Jorge Dias e Carlos Ribeiro, e finalmente André Martins do Pontex.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

6º A Arte da Guerra - 1ª ronda

Mesa 3. Hugo Soares [1537] 1-0 José António Pacheco [1325]



Jogou-se hoje, em Santo Tirso, a preliminar A do Distrital Individual do Porto - 6º A Arte da Guerra.
Neste torneio, comecei como no ano passado ao defrontar de brancas José António Pacheco, que mais uma vez deu bastante luta, conseguindo eu obter a vitória após um erro de José.

Nesta partida optei por voltar aos velhos tempos e jogar 1.e4, sem grande estudo prévio, numa tentativa de obter uma vitória rápida. O meu adversário fez alguns lances estranhos na abertura, e ao lance 11 a minha vantagem já era de +0.60 segundo o Rybka.


O jogo prosseguiu com algumas trocas após que se chegou a um dos lances chave da partida:


As pretas acabam de jogar d5 na tentativa de salvarem um peão e eu jogo Bxe5? em vez de e4xd5! que ganhava um peão limpo. No entanto, a variação que estava na minha cabeça era: 1. Bxe5 d5xC 2. BxC BxB 3. TxB c3 4. Cb2 Tc8 5. Cc1, e nem prestei atenção a 4... Txa3! que só vi depois da sequência se ter iniciado. Ainda assim, o meu adversário  nem jogou o que eu inicialmente tinha pensado, nem o que me ocorreu depois, jogando 3...b5 4. Tf3. Tinha ganho um peão de vantagem mas na minha cabeça o jogo estava demasiado empatado, pois não estava a arranjar forma de desenvolver o meu jogo. Após alguns lances de Cavalos e Torres para os dois lados, atingiu-se a última posição chave da partida:


São as pretas a jogar, e muito rápido jogam o estranho 1. ...Cxb4?? 2. a3xb4 TxT 3. CxT e a partir daqui o jogo terminou. Na realidade, o lance das pretas era o  pedido mas no lance anterior, em vez de terem jogado g5, porque depois disso já tinha jogado Cc3 ao prever o que poderia ter acontecido.

Acaba por ser uma vitória difícil, num aviso para manter a minha atenção nas próximas partidas se quero atingir o pódio mais uma vez. Mais tarde irei postar a partida completa, mas esqueci-me da folha com a partida apontada e não quero introduzir lances não jogados, visto que no final os movimentos de Cavalos foram um bocado confusos.